Cientistas definem número primo com 13 milhões de dígitos
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Cientistas definem número primo com 13 milhões de dígitos
Cientistas definem número primo com 13 milhões de dígitos
Maior primo do mundo é o segundo a ultrapassar os 10 milhões de dígitos.
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Matemáticos
americanos se qualificaram para receber um prêmio de US$ 100 mil por
encontrar um número primo - que só pode ser dividido por um e por si
mesmo - com quase 13 milhões de dígitos.
O prêmio da Electronic
Frontier Foundation (EFF) era oferecido há quase dez anos para a
primeira equipe de cientistas capazes de encontrar um número primo de
Mersenne - em homenagem ao matemático francês Marin Mersenne, que os
popularizou no século 17 - com mais de 10 milhões de dígitos.
Os primos de Mersenne seguem a fórmula 2 elevado à potência "p" menos 1, sendo que "p" é em si um número primo.
No
fim do mês passado, um computador na Universidade da Califórnia definiu
o 45º primo de Mersenne conhecido: 2 elevado à 43.112.609ª potência
menos 1, com 12.978.189 de dígitos.
No dia 6 de setembro, o 46º
primo de Mersenne conhecido foi encontrado por uma equipe em
Langenfeld, perto de Colônia, na Alemanha: 2 elevado à 37.156.667ª
potência menos 1, com 11.185.272 de dígitos.
O numeral encontrado
pelos alemães foi o primeiro primo de Mersenne a ser descoberto fora de
ordem desde que os matemáticos Colquitt e Welsh definiram 2 elevado à
110.503ª potência menos 1.
A busca por um primo de Mersenne com mais de dez milhões de dígitos já durava quase dez anos.
Cientistas
dizem que o exercício tem a importância indireta de abrir espaço para a
criação de teoremas e hipóteses matemáticas, promover pesquisas
cooperativas na internet e incentivar o gosto pela pesquisa científica,
entre outros efeitos.
Os coordenadores das duas pesquisas, Edson
Smith e Hans-Michael Elvenich, faziam parte da rede Gimps (iniciais em
inglês para Grande Busca de Primos de Mersenne na Internet), formada em
1996 para descobrir "agulhas num palheiro" - números primos gigantescos
- operando 29 trilhões de cálculos simultâneos.
Do total da
recompensa, US$ 50 mil irão para os matemáticos da Universidade da
Califórnia, que venceram a corrida proposta pela EFF, outros US$ 25 mil
serão doados para entidades de caridade, e o restante, dividido entre
os descobridores dos primos de Mersenne anteriores.
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Maior primo do mundo é o segundo a ultrapassar os 10 milhões de dígitos.
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Matemáticos
americanos se qualificaram para receber um prêmio de US$ 100 mil por
encontrar um número primo - que só pode ser dividido por um e por si
mesmo - com quase 13 milhões de dígitos.
O prêmio da Electronic
Frontier Foundation (EFF) era oferecido há quase dez anos para a
primeira equipe de cientistas capazes de encontrar um número primo de
Mersenne - em homenagem ao matemático francês Marin Mersenne, que os
popularizou no século 17 - com mais de 10 milhões de dígitos.
Os primos de Mersenne seguem a fórmula 2 elevado à potência "p" menos 1, sendo que "p" é em si um número primo.
No
fim do mês passado, um computador na Universidade da Califórnia definiu
o 45º primo de Mersenne conhecido: 2 elevado à 43.112.609ª potência
menos 1, com 12.978.189 de dígitos.
No dia 6 de setembro, o 46º
primo de Mersenne conhecido foi encontrado por uma equipe em
Langenfeld, perto de Colônia, na Alemanha: 2 elevado à 37.156.667ª
potência menos 1, com 11.185.272 de dígitos.
O numeral encontrado
pelos alemães foi o primeiro primo de Mersenne a ser descoberto fora de
ordem desde que os matemáticos Colquitt e Welsh definiram 2 elevado à
110.503ª potência menos 1.
A busca por um primo de Mersenne com mais de dez milhões de dígitos já durava quase dez anos.
Cientistas
dizem que o exercício tem a importância indireta de abrir espaço para a
criação de teoremas e hipóteses matemáticas, promover pesquisas
cooperativas na internet e incentivar o gosto pela pesquisa científica,
entre outros efeitos.
Os coordenadores das duas pesquisas, Edson
Smith e Hans-Michael Elvenich, faziam parte da rede Gimps (iniciais em
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1996 para descobrir "agulhas num palheiro" - números primos gigantescos
- operando 29 trilhões de cálculos simultâneos.
Do total da
recompensa, US$ 50 mil irão para os matemáticos da Universidade da
Califórnia, que venceram a corrida proposta pela EFF, outros US$ 25 mil
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Re: Cientistas definem número primo com 13 milhões de dígitos
po vi ate o final intereçante ^^...
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